Fotos de gravação: minicurta “Cada sorriso é um flash!”

Enquanto vou atualizando os artigos técnicos e vamos nos agilizando a parte de produção, é hora de finalmente começar a soltar o conteúdo multimídia que temos em mãos. Nos próximos dias, vamos publicando fotos, os vídeos de teste e o minicurta que gravamos, conforme prometido!

E nada melhor do que começar com as fotos da gravação do nosso primeiro minicurta, “Cada sorriso é um flash!”, roteirizado pelo Jayme Menezes e Natália Machiaveli e digirido pela Natália!

As fotografias são de Renata Catib e Flavio Soares.


Um dia antes de gravação, passamos pela locação (a casa do Jayme) para tirar algumas fotos e fazer um storyboard. Estávamos preocupados com o grande recuo que o nosso setup da Elphel precisa, então fiz uma equivalência entre a nossa lente Fujinon e minha Pentax K20D – descobri que a Fujinon aos 7.5mm equivale, em termos de ângulo de visão, mais ou menos aos 35mm na minha Pentax.


A Natália, fazendo uma equivalência entre o que víamos no computador com o stream ao vivo do GStreamer e a camerazinha da minha irmã, que usamos como “viewfinder”. Há algumas formas de se fazer o monitoramento de gravação com a Elphel, mas o mais prático mesmo é apelar e montar uma câmera no buraco de tripé da Elphel – assim temos uma visão quase exata do que está sendo captado, já que ambos os sensores estão quase na mesma posição.


Nossa câmera passando perigo! Aqui estou eu, com a parte nerd de avaliar se está tudo certo. Mais especificamente, estou preocupado se os scripts que colocamos no HD externo, acessado pela Elphel, estão rodando direito. Esses scripts facilitam muito a nossa vida na hora de gravar em campo! A câmera, por sua vez, está em um tripé bambo, em cima de uma tábua de passar roupa – se você olhar bem, vai ver que há dois pesos de 1kg em uma sacola, para mantê-la onde está. A Natália segura nossa claquete improvisada – afinal, cinema de guerrilha é assim!



As cenas da sala. Na primeira, temos uma visão quase idêntica à que está sendo captada pela câmera – neste caso, tirada com a minha máquina fotográfica. Esta imagem, junto a alguns outros testes, me fez concluir que a Elphel possui um ISO nativo de cerca de 100, o que nos dá uma ótima ideia de por onde começar em termos de iluminação. Nossa brilhante atriz, Lucélia, lê o jornal, como apareceria em cena. Abaixo, está o Jayme com o nosso equipamento de áudio, um gravador Marantz e um microfone Sennheiser.



Acima, nossa outra brilhante atriz, também Natália. Vale mencionar que durante as gravações, descobrimos um jeito interessante para sincronizar o áudio na edição: ao rodar o script de gravação, informamos na linha de comando qual a faixa de áudio do gravador e a qual cena ela se refere. Com isso, sincronizar o áudio depois foi muito fácil! Na outra foto, a Canon usada pela Natália nas primeiras cenas do minicurta, e um momento em que nos perguntamos como iríamos lidar com as temperaturas de cor diferentes das lâmpadas do corredor e da casa do Jayme.


Nenhuma equipe fica completa sem pessoas legais que nos dão apoio e nos ajudam. A nossa câmera, apelidada carinhosamente de “A Engenhoca”, foi uma sensação. E esse pessoal todo aqui nos ajudou a fazer o almoço, a dar umas risadas e a compartilhar bastante carinho – fundamental em toda gravação!

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